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Geo Responde

A estratégia da GeoCapital é investir sempre em ações das melhores empresas do mundo no exterior. Quanto a isso não há dúvida. Mas sempre há outras perguntas, questões e interrogações. Aqui vão uma dúzia das mais frequentes, respondidas em áudio com objetividade e autoridade. Na voz do nosso sócio Gustavo Aranha.

  • Como é a nossa diversificação geográfica? Localização geográfica versus receita.

    Bom, aqui tem dois jeitos de olhar para isso. O jeito mais tradicional, o jeito em que geralmente a gente vê os fundos reportarem é olhando para onde as empresas foram fundadas e onde elas estão listadas. E olhando desse jeito nosso universo de cobertura tem dois terços das empresas listadas e fundadas nos Estados Unidos e um terço européias, a gente tem ainda três empresas chinesas e uma empresa japonesa. Mas o grosso seria Estados Unidos e Europa, mas o jeito que a gente mais gosta de olhar e que a gente acha mais importante do cliente olhar quando pensar em empresas globais é menos para onde a empresa foi listada ou fundada, e mais de onde vêm as vendas das empresas. E sob essa ótica o portfólio da Geo tem metade das vendas vindo dos Estados Unidos, 25% da Europa e 25% da Ásia, o que já mostra o quão global de fato é o nosso portfólio e quão globais de fato são as empresas em que a gente investe porque independente de onde elas foram fundadas, elas realmente tem receitas no mundo todo. Então esse é o jeito que a gente mais gosta de olhar para a questão geográfica, que é onde estão as vendas do nosso portfólio.

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  • Como fazemos hedge no fundo em reais? O que é hedge?

    Hedge no mercado financeiro é o nome que se dá para proteção. No caso aqui que a gente está falando do fundo, a gente tá falando em tirar do fundo a volatilidade, a variação cambial. Então quando a gente fala que a gente tem um fundo hedgeado, a gente está falando que tem um dos nossos produtos que não sofre variação cambial, ele é inelástico. Ele não varia com o dólar. E como é que a gente faz isso? Os ativos estão em dólar, os ativos são empresas globais, mas a gente tem uma operação dentro do fundo, uma operação de derivativos (vendido em câmbio) que tira essa variação cambial do portfólio. E o que eu acho interessante para o cliente é que assim ele consegue escolher em que moeda ele quer ter as empresas globais que a Geo traz para ele. Então quando ele decide investir no Geo Empresas Globais em Reais o que ele está fazendo é, diversificando seu portfólio nas melhores empresas do mundo, mas ficando em reais.

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  • Qual a capacidade da Estratégia?

    Essa é uma vantagem grande de ser um fundo global com a característica da Geo, de olhar companhias dominantes e globais. São companhias geralmente muito líquidas, muito grandes. Que portanto permitem que os nossos fundos tenham tamanhos bastante maiores, por exemplo, do que os fundos locais podem ter no limite. Então a gente tem companhias só com bastante liquidez. Esse é um dos aspectos que a gente olha quando vai olhar para uma eventual empresa para investir. E hoje, o número que a gente trata é de 50 bilhões de reais como limite da nossa estratégia.

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  • O que é o Baratômetro?

    Baratômetro é um instrumento que a gente usa desde o começo da Geo para tentar entender quanto retorno nos próximos cinco anos a gente enxerga para aquela carteira específica da Geo. E por que que isso é importante? Porque a gente sempre pode ter impressão que "o mercado tá caro?", ou "o mercado tá barato?", os clientes perguntam muito isso: agora é uma hora boa ou uma hora ruim de se investir no fundo? E como a gente não tem muita correlação com os mercados a gente realmente faz uma gestão ativa no universo de ações de empresas mais restrito, com o baratômetro a gente consegue de fato tentar precificar quanto de retorno a gente enxerga para os próximos cinco anos daquele portfólio. Não dos índices, mas do portfolio que efetivamente o cliente está investindo. Eu costumo dizer também que o número do baratômetro, que vocês podem encontrar nas nossas lâminas e nos nossos materiais, ele é o número mais teórico. Mais importante do que o número, é a variação do número quando ele sobe e quando ele desce. Então quanto maior o número que o baratômetro mostra mais na nossa opinião aquele portifólio, o portfólio de hoje da Geo, tá barato. Ou seja, parece mais atrativo de se investir. E como a gente tem um objetivo de entregar para o nosso cliente em janelas longas é um retorno de 10% ao ano em dólares, sempre que a gente enxerga o baratômetro acima de 10%, de novo (lembrando que é um número mais teórico do que efetivamerer dizer que vai render isso). Mas acima de 10% empiricamente a gente tem a sensação de que é um momento sim, muito bom de se investir no portfólio da Geo.

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  • Porque não ter investimentos no Brasil?

    A Geo é uma empresa brasileira para brasileiros, mas desde o começo da Geo a nossa proposta de valor para o nosso cliente era justamente trazer a diversificacão global. A gente sabe que o investidor brasileiro tem muito acesso a empresas brasileiras, a gestores brasileiros bastante qualificados, e o que a gente queria justamente era trazer o que tivesse de melhor no restante do mundo, nas outras empresas que não fossem brasileiras. Então a gente realmente escolheu desse ponto de vista, focar em empresas não brasileiras, para que fique muito claro para o cliente que quando ele pensar na Geo, quando ele pensar em investir com a gente, ele está realmente diversificando o portifólio dele, e não vai ter nenhuma sobreposição com os ativos que ele já tem aqui no Brasil.

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  • Onde os fundos são sediados?

    A Geo sendo empresa focada no cliente brasileiro a gente fez questão de montar a melhor estrutura para o investidor brasileiro nos nossos fundos. Então os fundos estão aqui no Brasil tanto Geo Empresas Globais em Dólares, quanto Geo Empresas Globais em Reais são fundos aqui no Brasil, fundos de Investimento em ações FIAS que tem imposto como FIAS domésticos ou seja não tem come-cotas e essa estrutura ela é benéfica para o investidor do ponto de vista tributário, porque, de novo, ele não pagar come cotas no investimento em ações e ele traz muita transparência. Porque se o cliente mais curioso entrar, por exemplo, no site da CVM e buscar pelos nossos fundos, ele vai encontrar dentro do site da CVM os ativos em que a gente investe, os ativos finais das empresas efetivamente que a gente investe, que também é algo que fala muito com a Geo na linha de dar bastante transparência no que a gente faz e onde, no final das contas os recursos do cliente estão sendo investidos.

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  • Como ter profundidade em ações globais estando no Brasil?

    Esse é um ponto que eu sempre encontro nas minhas reuniões e bate-papos com clientes que é um pouco essa dúvida de aonde a gente deveria estar. Aonde é ótimo para um grupo de pessoas tentando encontrar as melhores empresas do mundo? Onde esse grupo de pessoas deveria estar trabalhando? Onde deveria ser o escritório deles? Aí a gente tem um ponto super forte de que não tem lugar. A gente às vezes tem um pouco de fantasia, de que em Nova York ou em Londres, a informação está lá, mas na nossa opinião para você entender de empresas globais como Nike, Disney, LVMH ou Alibaba, não tem esse lugar ótimo em que as informações estão lá. O que você precisa é ter um time muito disposto a ir buscar essas informações no mundo todo. Então para gente realmente nunca fez muita diferença onde a gente escolheria (e escolheu) estar com nosso escritório, do ponto de vista de encontrar os ativos. Mas o que a gente sempre fez e continua fazendo é viajar para pesquisar e achar informação relevante para entender dos melhores modelos de negócio. Por outro lado o fato de a gente estar no Brasil, na nossa opinião é vantagem para o nosso cliente. Nosso cliente é brasileiro e a Geo é uma empresa feita para brasileiros, e nesse aspecto estar perto do cliente faz toda a diferença.

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  • O fundo compra BDR? Como as ações são compradas?

    A gente não investe em BDR. A gente não usa esse instrumento pela questão de liquidez e a acesso a uma lista maior. A gente como uma empresa profissional de investimento, uma gestora formal, a gente quis se beneficiar (e no final das contas beneficiar o nosso cliente) de primeiro tem acesso à toda e qualquer companhia listada no mundo, não só a lista disponível de BDRs e depois aos ativos mais líquidos. Então se você compara a liquidez desse mesmo ativo na bolsa onde ele originalmente é negociado, a liquidez da BDR é muito menor. Então esses dois aspectos fazem com que a gente, de novo, se aproveitando de ser uma estrutura profissional de uma gestora, a gente abre efetivamente conta de corretagem dos nossos fundos nas bolsas de valores globais, e nessas bolsas de valores a gente compra e vende os ativos onde eles tiverem mais liquidez.

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  • O cliente deveria investir em dólar ou em reais?

    Essa pergunta é uma pergunta que em geral quando me fazem eu sempre entendo que lá no fundo o que o cliente quer saber é se o dólar vai subir ou vai cair. Como eu não sei, o que eu gosto de responder para o cliente que me pergunta isso, é que depende, e não tem certo e errado. Se a gente achasse que um dos dois era melhor, ou que tinha um deles que era pior, a gente não teria feito os dois fundos um em dólar e um em reias. E por que que a gente fez os dois fundos? Justamente para que o cliente possa, de uma forma intelectualmente honesta, decidir como ele quer se relacionar com o dólar. E o quê que eu estou querendo dizer com isso? Tem um jeito de se relacionar com o dólar que é olhar para o dólar como uma classe de ativos, como um investimento, e que a gente quer comprar quando ele tá barato e não quer comprar quando ele tá caro. O cliente que pensa assim, ou seja, que investe no fundo que tem dólares e quando o dólar cai fica triste, se arrepende, esse cliente olha o dólar desse jeito: como uma classe de ativos. Então para esse cliente que olha o dólar assim, eu surgiro nosso fundo em reais. Porque aí ele não tem no nosso fundo a questão do dólar, até porque o nosso fundo, o nosso portfólio não deveria ser o melhor instrumento para ele operar o câmbio dessa maneira. Então para o cliente que só pensa em reais e que vê o dólar como uma classe de ativo, um investimento adicional, eu sugiro investir no nosso fundo em reais. Por outro lado tem um cliente que vê o dólar como moeda na qual ele quer ter uma parte da liquidez dele. Ele quer guardar uma parte do dinheiro dele em dólares. Para esse cliente acho que o nosso fundo em dólares, o Geo Empresas Globais em Dólares é perfeito. Porque nesse fundo ele vai ter os melhores ativos do mundo segundo o nosso processo de investimento, em dólares, então ele consegue efetivamente transformar uma parte da liquidez dele, da riqueza dele, de reais para dólares.

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  • Qual o impacto na precificação dos ativos com as diversas variáveis macroeconômicas possíveis?

    A gente é um fundo micro. Ou seja, a gente olha muito para o negócio, para empresa sem levar muito em consideração os cenários macros para a montagem da carteira. Mas a gente sabe também por outro lado que o macro, as variáveis macro, importam quando a gente vai fazer o valuation da empresa, importam para saber que valor essa companhia tem daqui a cinco anos. Então por isso a gente tem um processo bastante autoral, nosso, de traçar dez cenários macroeconômicos várias variáveis que podem afetar aquele modelo de negócio específico, e a partir desses dez cenários tentar entender, qual o valor justo desse negócio, não num ponto, num cenário dado, mas nesses 10 cenários. Em vez então de a gente ter um valor justo de longo prazo, a gente tem uma nuvem de valores no longo prazo e é contra essa nuvem que a gente compara o preço hoje para tentar chegar à conclusão ou a opinião se aquele ativo tá caro ou tá barato.

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  • Como analisar um mundo com mais de 70 mil empresas listadas? Existem pessoas suficientes para isso?

    Gente aqui é importante lembrar que a Geo como uma boutique de investimento com time focado, não pode se propor, nem deveria se propor e não se propõe a acompanhar, a entender, a estudar a totalidade dos ativos listados no mundo. São 70 mil ativos. O que a gente sempre se propôs foi conhecer uma parcela, uma fração desse universo, criar o nosso universo de cobertura, composto por empresas que fossem dominantes no cenário global nas suas cadeias e nas suas regiões. E essas empresas sim, a gente conhecer muito profundamente. Para isso a gente precisava reduzir de forma importante o número de 70.000, e a gente até num tom meio anedótico brincava que a gente queria as melhores empresas do mundo: aquela que fosse uma em mil. Daí que saiu que o nosso universo de cobertura em vez de ser composto por 70 mil empresas é composto por entre 60 e 70 empresas. Ou seja, a gente quer achar aquelas empresas que de fato, são tão boas, mas tão boas, que só existe uma em mil no mundo. Então a gente tem um time grande suficiente para conhecer, com muita profundidade, 70 empresas.

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  • Existe concentração máxima por ativo?

    Sim, esse é um fator de risco relevante e na Geo as empresas de maior qualidade, aquelas em que a gente mais confia no modelo de negócio, e tem mais conhecimento do modelo de negócio, não podem passar de 10% do portfólio. E esse é o valor máximo. Então nenhuma empresa pode ter mais do que 10% do portfólio.

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